No episódio 19 do podcast que é transparente até em áudio, as razões concretas e acimentadas pelas quais o aprimoramento educacional do Brasil deve começar pelo começo. Não deixe de perder!

Arrisco um prognóstico: a próxima marca pioneira no mundo do futebol será aquela que libertar o clube parceiro da obrigação incômoda de poluir o próprio uniforme com quaisquer elementos que não sejam o distintivo do time, o nome e o número do jogador. 

Transformar um manto tradicional em panfleto de supermercado não deveria, convenhamos, dar moral a empresa nenhuma. O grupo ou produto que quiser estar associado ao resgate da pureza de nossos queridos escudos e clubes, além de ostentar esse ato de libertação heroico junto a todas as torcidas, vai poder anunciar sua façanha de diversas outras formas: nos painéis de entrevistas, nas placas ao redor do gramado, nos uniformes de treino, nos materiais institucionais de cada agremiação… Se essa orgia propagandística imposta ao maior símbolo dos clubes fosse mesmo indispensável à sustentação do futebol, a indústria esportiva mais lucrativa do planeta não seria a NBA, que vende seus artigos “limpos” de baciada mundo afora. 

Até lá, vamos penando para identificar nossos times do coração nas camisas dos atletas, em meio a uma verdadeira seção de (Des)Classificados, com Amendoim João Ponês, Caninha Curió, Capiloton, Cuecaria Rufus e, por que não? Shirley Massagem Tântrica e Prostática. 

No episódio 18 do podcast centrado e com norte, uma singela explanação em defesa do Ministro Sérgio Fernando Joselino de Almeida Moro, o Serjola. Não avalie em seu agregador de podcasts, não comente, não curta e nem compartilhe! Beijo no cérebro. 

Os poucos dados necessários para provar de forma acachapante que não reformar a Previdência é “dilma” imprevidência sem precedentes. Não deixe de perder! 

Na edição 16 do podcast centrado e com norte, as inúmeras razões para que ninguém peque pela desinformação quanto à PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da Previdência. Não ouça, não curta, não avalie no seu aplicativo, nem compartilhe e tampouco comente nas redes sociais, meu colibri. 

Nesta edição de Beijo no Cérebro, 115 adjetivos escalafobéticos para rotular as Estrelas e poeiras cósmicas que deliram com a ruína do Brasil. Não deixe de perder!

Neste episódio do podcast centrado e com norte, entenda a diferença entre JORNALISTA E JORNALEIRO. E conheça melhor a posição deste telespectador e pedestre no tocante ao papel (ou papelão) do Estado na democracia. Não deixe de perder!

Nesta edição do podcast centrado e com norte: desmascaramos os predadores falsídicos que, à luz do dia, clamam por democracia no Brasil. Não deixe de perder!

Neste episódio do podcast centrado e com norte,  a relevância das questões linguísticas no Planeta Terra e o turista colombiano com nome de time argentino. Não deixe de perder! 

Três comentários assaz pertinentes para preencher de verdades o Dia da Mentira…

1- Desejo melhoras ao treinador Abel Braga, da Escola de Samba Unidos do Flamengo, um sujeito simpático e competente para burro. 

Mas desejo também que ele e outros técnicos de futebol sejam mais responsáveis no exercício das respectivas funções. 

Quem passa 90 minutos à beira do gramado surtado, aos berros com os árbitros do jogo, põe em risco a própria saúde cardiovascular. E quem ganha o pão na indústria do futebol não deve estimular – nem sem querer – a violência no entorno da disputa. Os “professores” devem entender o nível de fanatismo envolvido na atividade, pois têm o dever de ostentar uma postura exemplar e equilibrada frente à massa transloucada. 

E não estou pedindo aos “mestres” que sejam infalíveis, apenas que sejam adultos! 

Vale também para atletas chiliquentos, que esperneiam histericamente a cada marcação de lateral, e para quem mais torça para que o jogo seja lucrativo sem ser insalubre.

2- Por que diabos executar a versão mais longa – quase interminável – do Hino Nacional de autoria do bom e velho Francisco Manuel da Silva e letra de Duque Estrada, queeem não se lembra?!… Pois é: onde não tem patriotismo genuíno, entra em cena o cenográfico. 

3- Enfim chegamos ao melhor momento dos Estaduais: a hora em que eles acabam! Quando a família Azul Marinho deixar, nosso calendário deixará de ser igual àquela pelada da borracharia. 

Aí sairemos de trás das grades do Projeca. E os Estaduais (nos moldes atuais) sairão do Estado de coma e passarão ao Estado de óbito, para delírio da torcida e do torcido. 

Desenterrar o Canarinho implica enterrar o bairrismo das Federações junto à ganância cronológica da Famiglia CBF.  Ratifica ou retifica, belezoca?