Na edição 23 do podcast que não está morto, o avanço do Brasil que tem norte e o show de caneladas do Jair. Não deixe de perder, talquei?! 

No episódio 22 do podcast que é um marco, o maior factoide de todos os tempos desta semana, o áudio úmido do vazamento de conversas privadas públicas e a lisura de quem faz justiça em 3 vias timbradas de igual teor, tornando o direito um dever. 

Na edição 21 do podcast que é um marco na história do sistema solar (e adjacências), a necessidade de frear os acidentes de trânsito e evitar que a “camaradagem” do Messias termine com 60 pontos na cabeça!

No episódio 20 deste podcast que é um marco, a falta de dignidade hidráulica dos habitantes e habitantas desta grande zona eleitoral. E a solução está represada no Para-lamento, onde o debate sobre o tema não flui. Não deixe de perder! 

No episódio 19 do podcast que é transparente até em áudio, as razões concretas e acimentadas pelas quais o aprimoramento educacional do Brasil deve começar pelo começo. Não deixe de perder!

No episódio 18 do podcast centrado e com norte, uma singela explanação em defesa do Ministro Sérgio Fernando Joselino de Almeida Moro, o Serjola. Não avalie em seu agregador de podcasts, não comente, não curta e nem compartilhe! Beijo no cérebro. 

Os poucos dados necessários para provar de forma acachapante que não reformar a Previdência é “dilma” imprevidência sem precedentes. Não deixe de perder! 

Na edição 16 do podcast centrado e com norte, as inúmeras razões para que ninguém peque pela desinformação quanto à PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da Previdência. Não ouça, não curta, não avalie no seu aplicativo, nem compartilhe e tampouco comente nas redes sociais, meu colibri. 

Nesta edição de Beijo no Cérebro, 115 adjetivos escalafobéticos para rotular as Estrelas e poeiras cósmicas que deliram com a ruína do Brasil. Não deixe de perder!

Neste episódio do podcast centrado e com norte, entenda a diferença entre JORNALISTA E JORNALEIRO. E conheça melhor a posição deste telespectador e pedestre no tocante ao papel (ou papelão) do Estado na democracia. Não deixe de perder!