Imbuído do desafio de conscientizar nosso povo inteligente pra burro no enfrentamento da tragicomédia do Coronavídeo, o telespectador e pedestre centrado e com norte faz jus ao diploma da FODERJ em uma matéria informativa e esclarecedora. 

Na quadragésima-sexta edição do podcast que vê a política de fora, com irreverência e sem as amarras da mídia ordinária, em nome da grande maioria afônica, o telespectador e pedestre explica o fla-flu do jogo político no Clube de Campo Brasil, em que todos sempre saem perdendo. 

Na edição 45 do podcast que enxerga a política de fora da política, um relato luminoso sobre a comunicação do Palhaço do Planalto. Não deixe de perder!

Na edição 44 do podcast centrado e com norte, o telespectador e pedestre expõe uma sonora visão sobre a pandemia desgramada que viralizou também na internet.  

Na quadragésima-terceira crônica do único podcast político produzido em preto no branco, o telespectador e pedestre disseca a fábula do Pinguim que encontrou o Messias. Não deixe de perder!

No episódio 42 do podcast centrado e com norte, o telespectador e pedestre defende as mudanças constitucionais inadiáveis neste imenso casarão com telhado de vidro e afirma que as reformas não fazem barulho, o que faz barulho são as pedras no caminho das reformas. 

No retorno triunfal do podcast centrado e com norte, agora também em vídeo no www.youtube.com/marcobianchivideos, o telespectador e pedestre propõe uma revolução no setor cultural brasileiro da cultura no Clube de Campo Brasil. Não deixe de perder!

Atenção, produtores de eventos corporativos, acadêmicos e recreativos: 

Sou um bárbaro humorista desde 1991, quando estreei na emissora de rádio universitária meus primeiros quadros de humor. 

Lancei o grupo Sobrinhos do Ataíde, no rádio, e o humor esportivo do Rockgol Debate, na tevê, que foi extinto em 2010 mas ainda hoje influencia conteúdos de jornalismo esportivo. 

Hoje, com quase 30 anos de carreira, oferto ao sistema solar a apresentação “Humor e Futebol”, relatando a relação íntima e litigiosa contruída ao longo dos anos na cultura nacional, conciliando (mal ou bem) o mundo do humorismo, lúdico, inventivo, e o universo do jornalismo, teoricamente formal, responsável. 

Depois de trazer à tona inúmeros exemplos verídicos de alegrias e tristezas vividas nesse casamento estável porém conturbado, o telespectador e pedestre que vos escreve bate uma bolinha com a plateia, dando voz ao público e à pública, exibindo assim um vasto cabedal de comentários assaz pertinentes, todos eles aprendidos na FODERJ, Faculdades Odair Ernesto Júnior. 

PS: Para outras informações sobre este evento estupendo, por favor escrevam para meu amigo Sílvio no email [email protected] ou no whatsapp 11-99879-6191.

Atenção, produtores de eventos corporativos, acadêmicos e recreativos: 

Sou um bárbaro redator de humor desde 1991, quando estreei na emissora de rádio universitária meus primeiros quadros de humor. 

Lancei o grupo Sobrinhos do Ataíde, no rádio, e o humor esportivo do Rockgol Debate, na tevê. 

Velho amigo das palavras, das rebuscadas às informais, passando pelas gírias, modismos e vícios de linguagem, escrevi em 2016 o livro “Português À Brasileira”, com uma coletânea de “pérolas” verídicas do idioma português, todas proferidas em contextos que em tese requerem maior competência verbal, como no jornalismo e na atividade política. 

E é esse retrospecto de quase 30 anos de humorismo que me levou a propor a despretensiosa apresentação “Português À Brasileira”, sobre o desprezo ao idioma português nas mídias. 

Ilustrada por matéria-prima farta garimpada sem muito suor em veículos de comunicação, a exposição satiriza derrapadas documentadas, ao mesmo tempo em que sugere contextualizar erros e acertos segundo a interlocução, o ambiente, o tipo de linguagem. 

Ao término do evento, eu troco ideias com a plateia em modo informal, não sem antes expressar minha convicção de que dominar a leitura e a escrita é poder absorver e retransmitir todo o conhecimento adquirido na história da humanidade. Portanto, saber é poder e liberdade. 

E assino com uma frase do saudoso Professor Flavio di Giorgio: Abolir a norma culta seria a barbárie; saber ler e escrever corretamente é ter nas mãos a maior arma da vida. 

Na edição 40 do podcast centrado e com norte, uma análise comparativa despretensiosa , porém incisiva, para separar o joio e o trigo colhidos no campo da disputa política em curso no Clube de Campo Brasil.